Os humanistas, os cristãos-novos e a construcção de um porto atrântico no século XVI

Autores/as

  • Amândio Barros Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto / CITCEM

DOI:

https://doi.org/10.62120/mch.7.29

Palabras clave:

Puerto, Atlántico, humanistas, conversos, Oporto

Resumen

Cuando pensamos en un puerto, la primera idea que nos viene a la mente es que se trata de una infraestructura económica. Pero es mucho más. El puerto es un espacio de múltiples dinámicas y es objeto de múltiples intervenciones. A lo largo de la historia ha sido una zona de contacto, un espacio de circulación de personas, mercancías, ideas y modas. En la Edad Moderna, asistimos a la elevación del estatus de algunos puertos gracias al dinamismo de sus mercaderes, sus agentes marítimos y la manera en que lograron afirmarse en zonas emergentes. En este caso, en el mundo atlántico. Este artículo trata de un puerto atlántico, Oporto, en el norte de Portugal, el cual gracias al dinamismo de sus agentes -desde la Edad Media- consiguió convertirse en un espacio de referencia. Es esta evolución la que se analiza a continuación mostrando, por otra parte, que el mar y los puertos constituyen ricos ámbitos de estudios interdisciplinarios.

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Publicado

27-12-2024

Cómo citar

Barros, A. (2024). Os humanistas, os cristãos-novos e a construcção de um porto atrântico no século XVI. Macrohistoria, (7), 1–21. https://doi.org/10.62120/mch.7.29

Número

Sección

Artículos